Consegui o livro Rashômon e outros contos em formato virtual para ler, achei interessante no início do mesmo possuir uma seção com instruções para pronuncias, muitas coisas eu pronunciava de forma errada acreditando ser a maneira correta.
Então resolvi compartilhar aqui este trecho do ebook.
Para a transcrição dos termos japoneses, adotou-se o sistema de romanização Hepburn, por ser o mais comumente utilizado no Japão, na Europa e nos Estados Unidos. Eis algumas diferenças em relação à leitura do português:
- â, ê, î, ô, û são vogais longas. O acento circunflexo sobre as vogais indica que sua pronúncia é alongada. “Rashômon” lê-se “Ra-xo-o-mo-n”.
- ya, yo, yu são encontros vocálicos mais breves que ia, io, iu.
- ha, he, hi, ho – o “h” dessas sílabas é sempre aspirado.
- cha, che, chi, cho, chu – lêem-se, respectivamente, tcha, tche, tchi, tcho, tchu.
- ge, gi – lêem-se gue, gui. Ogin lê-se “Oguin”.
- ra, re, ri, ro, ru – trata-se de “r” brando, mesmo em início de vocábulo. O “ra” de “Rashômon” pronuncia-se como o “ra” de “cera”.
- sa, se, so, su intervocálicos lêem-se ça, ce, ço, çu. Gesaku lê-se “guessaku”.
- n – trata-se de sílaba e não de nasalização de sons anteriores ou posteriores. “Rashômon” lê-se “Ra-xo-o-mo-n”.
- consoantes dobradas correspondem a ligeira suspensão da sílaba. Kappa lê-se “ka [suspensão breve] pa”.

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jul.25,2010






