Wordz From The Genius

NightShade.. Power and Equality.

Archive for maio, 2009

NightShade The Nes Game (Remake)

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Numa época de consoles com poucos recursos gráficos e de jogabilidade, uma empresa subsidiada pela Konami lança esse incrível jogo chamado NightShade: Part 1 – The claws of Sutekh.

Anos após seu lançamento nunca foi repensado ou pensado em alguém lançar um remake ou até mesmo desenvolver uma segunda parte para este jogo, com enredo e qualidade incrível para a época.

Estou contando com ajuda de mecanismos de busca e de desenvolvedores, designers 3D, Redatores.. enfim uma equipe com um tempinho sobrando e que sejem fãs deste jogo como eu sou, para entrarem em contato comigo, e iniciarmos uma versão opensource desse jogo, desenvolver um remake 3D.

Tenho ótimas ideias para este remake, quem sabe conseguimos chamar atenção, para que desenvolvam uma versão para XBox 360, Playstation 3…

Mostrando que o jogo ainda é interessante..

Micro lento, o que faço?

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Muitas pessoas atribuem problemas de desempenho ao seu computador à vírus no sistemas, muitas vezes o micro pode até possuir algum aplicativo indesejável rodando nele, mas não é a causa principal para o problema. Ou o fato de ter muitos programas instalados no micro, como jogos, etc..

Vou colocar uma lista de itens que podem causar lentidão em seu micro:

HD muito fragmentado (sistemas de arquivos do Linux não precisam ser desfragmentados): se você costuma instalar, desinstalar programas de seu computador, ou até mesmo copiar DVDs inteiros para dentro dele, e após isso ficar excluindo, e não faz uma desfragmentação periódica em seu sistema, provavelmente o problema com desempenho que você possui seja atribuído a isto, recomendo que façam desfragmentação pelo menos 1 vez por semana em seus discos rígidos. Formatar o disco pelo menos 1 vez por ano, além de lhe proporcionar um sistema renovado, livre de todas ameaças que você poderia ter adquirido anteriormente, aumenta a vida útil de seu HD.

Inúmeros processos rodando no sistema: verifique a traybar ou bandeja do sistema (é a área que exibe ícones próximos ao relógio do micro) se existem muitos aplicativos agrupados ali, não que necessariamente aplicativos de inicialização devam aparecer na traybar, mas na maioria dos casos que observo, as pessoas não se preocupam com o que é adicionado ali ou não.

Clique no item iniciar do seu sistema (Windows XP), e posteriormente em executar, digite msconfig, desative os programas que você acha não ser necessário ter na inicialização, e reinicie seu micro após isto, analise agora a performance do seu sistema.

Aquecimento excessivo da CPU: este problema causa na maioria dos casos causa o reinício inesperado do sistema, para corrigi-lo você deve ter conhecimentos técnicos, para desmontar seu micro, retirar o processador, e verificar a pasta térmica dele, caso necessário espalhá-la ou passar mais pasta. A pasta térmica não deve ser usada em excesso também, pois prejudicará o desempenho do sistema também.

Micro lento, mesmo após ter sido feito todas etapas anteriores: Seu computador é novo? caso não seja, verifique a quantidade de memória existente nele, 256 de memória RAM DDR1 já é muito obsoleto, recomendo pelo menos 1GB de memória, o Windows XP apesar de muitos afirmar ser o melhor sistema da Microsoft existente, perde muito em gerenciamento de memória, aplicativos, e baterias (no caso de notebooks) para o Windows vista, o Windows vista apesar dos efeitos visuais, é muito mais rápido que o Windows XP. Processadores antigos tornam tarefas com programas pesados mais lentas também, inclusive a execução dos famosos vídeos do youtube.com ou os complementos em flash do orkut.com.

Vírus ou ameaças no sistema: recomendo a todos usuários leigos terem um bom antivírus e leve instalado em seu sistema, existem alguns gratuitos muito bons como o Avira Antivírus Personal Edition e o PC Tools Antivírus, Soluções pagas também são eficientes, como Norton Antivírus, Macfeee Antivírus e o famoso Kapersky Antivírus, esses softwares possuem valores entre R$ 50,00 e R$ 90,00 reais, permitindo atualizações sempre que disponível, e muitas destas empresas dão descontos de até 50% na compra da próxima versão do produto. Eu vejo pessoas investindo R$ 5.000,00 num microcomputador novo, e acham caro investir num sistema operacional licenciado ou num software antivírus.

Espero que as dicas acima ajudem alguém, duvidas serão respondidas assim que possível.

Microsoft Windows 7

windows7

O novo sistema da Microsoft lembra muito seu antecessor, o Windows Vista, porém com novidades no visual e utilitários.

A primeira coisa nele que estrenhei foi a ausência dos ícones na traybar, e o agrupamento de botões na barra de ferramentas.

Já que nas versões anteriores eu detestava agrupar as coisas, e utilizava aplicativos como Windows Live Messenger, e Windows Live Mail, Emule, Ares, sempre minimizados na traybar.

Pelo que notei nesta versão, é possível colocar aplicativos na traybar, porém eles continuam minimixados na barra de ferramentas, algo inviável de se utilizar. Pelo visto a Microsoft quer reservar a traybar apenas para itens do sistema.

Uma coisa que não encontrei nesta versão (Windows Seven RC1) foi a ausência do dreamscene, aplicativo que permite colocar vídeos como papel de parede.

Finalmente consegui instalar o PostgresSQL nele, apenas iniciando o serviço Secundary Logon, na outra versão Beta, não foi possível a instalação deste aplicativo, devido a permissões do sistema.

Os aplicativos padrão do Windows como, Microsoft Paint e Wordpad sofreram mudanças no visual e suas funcionabilidades, o velho bloco de notas continua igual ao das outras versões do sistema.

Até agora todos aplicativos funcionaram perfeitamente, o sistema encontra-se super rápido e estável, porém uma coisa ainda me chamou atenção, a Microsoft manter os nomes reservados para arquivos..

Tente no seu Windows criar pastas com nomes reservados como:

COM1

LPT1

NUL

CON

PRN

AUX

Segundo o time de desenvolvimento da Microsoft, esses nomes são reservados, e não serão aceitos pelo sistema, e persiste no Windows Seven.

Notorious

Sai o filme de um dos melhores rappers que já existiu e eu não posto nada em meu blog?

Pois é, o meu trabalho anda atrapalhando em acompanhar notícias sobre lançamentos desse tipo de filme, que pra mim tem suma importância, porém pro meu país não tem nenhuma, tanto que nem sei se chegará aos cinemas daqui, quanto muito sairá uma versão em DVD como fizeram com Tupac Resurrection.

O jeito é apelar pra uma versão pirata na internet, com legendas em português pra poder assistir o filme, pelo trailer ta muito foda. E viva aos torrents!

www.notorious09.com – Este site (site oficial segundo wikipédia) contém cenas e videos sobre a premiere do filme e bastidores.

A lista abaixo é referente ao elenco do filme:


* Jamal Woolard as Christopher Wallace
* Christopher “CJ” Wallace, Jr. as a young Christopher Wallace
* Derek Luke as Sean Combs
* Marc John Jefferies as Lil’ Cease
* Angela Bassett as Voletta Wallace
* Anthony Mackie as Tupac Shakur
* Naturi Naughton as Lil’ Kim
* Antonique Smith as Faith Evans
* Kevin Phillips as Mark Pitts
* Julia Pace Mitchell as Jan


Quem foi Notorious B.I.G.

Biggie and 2Pac

Biggie and 2Pac

Christopher George Latore Wallace (21 de maio de 1972 – 9 de março de 1997), também conhecido como Biggie Smalls, Big Poppa e Frank White, mas muito mais conhecido pelo apelido The Notorious B.I.G. (Business Instead of Game), foi um rapper estadunidense muito popular que alcançou a fama em meados da década de 90.

Nascido no Brooklyn, New York. Desde jovem já traficava drogas em Bedford-Stuyvesant. Quando abandonou sua vida criminal, acabou por virar um rapper. Lançou o criticamente aclamado álbum Ready To Die em 1994, e se converteu na principal figura do rap da Costa Leste dos E.U.A. que tanto rivalizava com a Costa Oeste do país, que era liderada pelo brilhante rapper Tupac Shakur. A carreira de B.I.G. estava marcada pelas contínuas disputas entre as gravadoras Bad Boy Records e Death Row Records, quando B.I.G. foi apontado supostamente como o indiretamente responsável pela morte de Tupac Shakur (2Pac), no dia 7 de Setembro de 1996, porque em uma de suas letras revela que teve relações sexuais com a esposa de B.I.G., que morreria 6 meses depois da morte de Tupac, no dia 9 de Março de 1997, em circustâncias parecidas. B.I.G. É lembrado até hoje como uma lenda do hip-hop. Seu disco duplo Life After Death, lançado pouco depois de sua morte, é um dos maiores álbuns de hip-hop da história, com 26 milhões de cópias vendidas. The Notorious B.I.G. tem uma das melhores vozes da história para interpretar, e é um dos maiores rappers da história com 32 milhões de cópias vendidas em apenas 4 anos de carreira e 4 álbums lançados (2 póstumos) e uma compilação, e com 2 músicas em 1# nos EUA, com 3 semanas cada, e em boas posições.

Estátua de Biggie feita em cera

Estátua de Biggie feita em cera


Biggie também trabalhou com o artista mais bem-sucedido do mundo, Michael Jackson. Em 1995, compôs e cantou um rap para a canção “This Time Around” do megastar, e cerca de dois anos depois, estrelou a faixa “Unbreakable”, porém esta só seria lançada em 2001, no disco Invincible.

Discografia:

1994 – Ready to Die (4x Platina) (8x Platina mundialmente)
1997 – Life After Death (Diamante 10x Platina) (26x Platina mundialmente)
1999 – Born Again (2x Platina) (4x Platina mundialmente)
2005 – Duets: The Final Chapter (Platina) (2x Platina mundialmente)
2007 – Greatest Hits (288.000) (309.600 mundialmente)

Canções:

1994 – Big Poppa – 1# Rap Hot, 1# U.S.A.
1994 – Juicy – 1# Rap Hot, 1# U.S.A.
1994 – One More Chance (feat. Faith Evans) – 1# Rap Hot, 2# U.S.A.
1997 – Hypnotize – 1# Rap Hot, 1# U.S.A.
1997 – Sky’s the Limit (feat. 112) – 3# Rap Hot, 1# U.S.A.
1998 – Mo’ Money Mo’ Problems (feat. Mase & Diddy) – 1# Rap Hot, 1# U.S.A.
1999 – N.O.T.O.R.I.O.U.S (feat. Diddy & Lil’ Kim) – 1# Rap Hot, 1# U.S.A.
2005 – Nasty Girl (feat. Diddy, Nelly, Jadge Edge & Avery Storm) – 1# Rap Hot, 2# U.S.A.

Prêmios:

VMA 1994 – Ready to Die – Melhor Album do ano
VMA 1994 – Melhor Cantor de Rap
VMA 1997 – Hypnotize – Melhor Video Clip
VMA 1998 – Mo’ Money Mo’ Problems – Melhor Musica
VMA 2005 – Duets: The Final Chapter – Melhor Album do Ano
VMA 2005 – Nasty Girl – Melhor Musica do Ano

Veneno saindo de nossas torneiras

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Provavelmente você ficaria muito alarmado se lhe dissessem que, sem o seu conhecimento, administram regularmente medicamentos com uma substancia mais venenosa que o chumbo, que pode causar fragilidade óssea e câncer, entre uma serie de outras doenças e, que é o componente principal das drogas que alteram o cérebro. Isso é o que alguns médicos qualificados e conselheiros de saúde dizem que ocorre a milhões de pessoas no mundo inteiro. Que substância agressiva é essa? O flúor na água potável.

A maioria de nos conhece o flúor como preventivo das cáries. Por isso foi acrescentado à maioria dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas ao dentista das crianças. Contudo, na historia do uso do flúor há um aspecto muito ameaçador.

Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície dos dentes, porém, também trata-se de um elemento altamente tóxico relacionado com um grande número de doenças físicas e mentais. Estudos publicados recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável do Reino Unido pode produzir danos genéticos.

Desde a Segunda Guerra Mundial não se realizou nenhuma pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da campanha anti-flúor dos Países Baixos, estão convencidos de que em muitos países da Europa Ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro esquema de medicação massificada que foi usado na Alemanha nazista.

Nos piores dias da Segunda Guerra Mundial, centenas de inocentes foram exterminados nos campos de concentração alemães. A morte por doenças, inanição e extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era complementado com o emprego de drogas e produtos químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um clima de temor tinham encontrado um método simples de controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos.

Jovens sobreviventes do campo de concentração de Auschwitz, esperando pela libertação. Os nazistas “ministraram” flúor na água dos campos de extermínio, que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros. Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda é promovido em diversos países. O flúor também é empregado como componente ativo de poderosos tranqüilizantes.

Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao abastecimento d’água.

Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente os serviços de inteligência. Consideraram que a água fluorada era o meio ideal para controlar as populações depois de seus países terem sido invadidos. Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos químicos I. G. Farben, instalada em Frankfurt, foi a encarregada da produção massificada de flúor destinado aos campos de extermínio e a outros futuros usos possíveis.

No final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnica de controle da mente de I. G. Farben. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve várias conclusões assustadoras. Informou que “quando os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar a Polônia, ao estados maiores alemão e russo intercambiaram idéias, planos, cientistas e militares. Os russos adotaram o esquema de controle de massa através da medicação, porque adaptava-se perfeitamente aos seus planos de domínio do mundo…”

Perkins não envolveu a inteligência aliada nessa pesquisa sobre o controle mundial de mente dos russos, porem, uma investigação mais detalhada da I. G. Farben e suas relações industriais, revela algumas conexões suspeitas.

A I. G. Farben expandiu-se durante os anos vinte e estabeleceu laços através de Wall Street com a companhia de automóveis de Henry Ford, com a General Motors de J. P. Morgan e com a Standard Oil, propriedade da família Rockfeller.

Nos anos trinta, milhões de dólares foram investidos nesses acordos e a relação continuou durante a Segunda Guerra Mundial. É interessante observar que nenhuma das fábricas e edifícios da I. G. Farben foram bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados durante a guerra. O pesquisador Ian E. Stephens disse que os comandantes das missões de bombardeio tinham instruções, procedentes provavelmente dos altos escalões do governo dos Estados Unidos, para evitarem esses edifícios. Porém, por qual motivo?

Desde a depressão dos anos vinte, as organizações como a fundação Rockefeller e a família Ford tinham incentivado publicamente as políticas de controle de população a longo prazo. Também sabe-se que certo numero de pessoas influentes do comércio e da industria tinham investido grandes somas de dinheiro nos projetos da I. G. Farben antes e durante a guerra. Entre elas a família Mellon.

Essa família fundou a Mellon Institute em 1913 como uma organização independente para patrocinar avanços na ciência e na industria. O instituto também participou da “descoberta” do flúor como “um maravilhoso preventivo das cáries dentárias”.

A família Mellon também fundou a Aluminium Company of America (ALCOOA). O flúor é um subproduto altamente tóxico da fabricação do alumínio e a ALCOOA foi processada com freqüência por envenenar gado, colheitas e correntes de água. As medidas de segurança eram caras. Por tanto, o que se podia fazer para eliminar esses custos e, talvez, até tornar os materiais residuais rentáveis?

Segundo o Pesquisador de Flúor Ian E. Stephen, a primeira ministra Thatcher triplicou o orçamento para o tratamento da água com flúor da Irlanda do Norte em meados dos anos oitenta. Stephen suspeita que isso não foi motivado por uma preocupação com a saúde dentária e sim, por uma tentativa de pacificar a região.

A ALCOOA e outras indústrias produtoras de flúor financiaram a pesquisa que parecia indicar que pequenas quantidades desse elemento não eram perigosas para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os incentivadores concentraram-se no que eles viam como vantagens para a saúde, ignorando por completo os desconhecidos e adversos efeitos cumulativos dessa substância tão tóxica.

Os cientistas que trabalham para a American Dental Association ( ADA) sob o patrocínio da ALCOOA continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que os fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e organizações de pressão questionassem as manifestações do grupo partidário do flúor, a opinião pública aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo protetor dental.

Diante da inquietação de muitos cientistas que questionaram os seus benefícios para a saúde, a ADA lançou uma campanha promovendo o uso do flúor. A aprovação do United Stades Public Health Service ( USPHS ) reforçou a confiança na nova “droga maravilhosa” e, em meados dos anos quarenta, várias cidades dos Estados Unidos começaram a adicionar o flúor em seus abastecimentos de água. Os propagandistas obtiveram “aprovações” de instituições que recebiam protestos aos quais não davam resposta e foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso do flúor em escala nacional.

Desde o final dos anos cinqüenta, o USPHS canalizou milhos de dólares dos contribuintes dos EUA para promovem o uso do flúor em outros países e muitas nações aderiram ao projeto. Porém, a maioria dos países europeus deixaram-no de lado e outros que tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos seus efeitos adversos contra a saúde e à sua ineficácia geral.

A crença comum é a de que o tratamento com flúor é efetivo por toda a vida, porém, pesquisas demonstram que a sua proteção desaparece antes da pessoa completar 20 anos. De fato, muitos especialistas afirmam que não existem provas de que o flúor seja benéfico para o dentes.

Causando grande perturbação no US National Institute of Dental Research (NIDR), as análises independentes de um relatório do próprio NIDR de 1988 sobre o dados odontológicos de 39.107 crianças dos Estados Unidos, demonstraram que praticamente não havia nenhuma diferença no número de cáries entre as crianças que viviam em regiões onde esse tratamento não era aplicado.

A pesquisa sobre os outros usos do flúor é reveladora. Os tranqüilizantes, que vão desde os sedativos suaves prescritos para a depressão, até os poderosos medicamentos que alteram a mente, transformaram-se em uma indústria multimilionária.

Mais de 60 tranqüilizantes do mercado contêm flúor, aumentando profundamente a potência dos outros componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor no tranqüilizante Diazepam (Valium) produz um tranqüilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são fabricados pela Roche Products, uma filial da I.G.Farben, juntos com outros medicamentos semelhantes. O potente tranqüilizante fluorado Stelazine é empregado profusamente em asilos e instituições para doentes mentais em todo o mundo.

À medida que revela-se mais informação sobre o acréscimo de flúor na água a ansiedade do público aumenta. Seus defensores dedicam centenas de estudos que provam a efetividade do flúor na prevenção contra as cáries dentárias, porem, a união de cientistas profissionais da US Environmental Protection Agency indicam a existência de encobrimentos deliberados dos graves riscos para as populações assim como a difamação e até a demissão dos cientista que se atrevem a falar da verdade.

Para a maioria dos dentistas, o uso do flúor é um “medicamento maravilhoso” que oferece resistência a má higiene bucal e aos problemas de dieta. Para outros, trata-se de um método desleal e cínico para modificar nosso comportamento e de um meio que permite a industria rentabilizar um perigoso produto residual. Muitos encaram o uso do flúor nos abastecimentos de água como um medicamento massificado forçado. A negação dos riscos para a saúde por parte dos organismos oficiais fazem com que alguns pensem que o uso do flúor serve como uma forma de controle social. Apontam a história do uso do flúor e seus vínculos documentados como sendo, talvez, um dos mais perversos regimes desse século.

Verdades sobre o Flúor:

· O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da ordem de 1,5 ppm.

· Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: “Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas”.

· Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água com a ocorrência graves doenças dentárias.

· No Reino Unido, aproximadamente 5,5 milhões de pessoas bebem água fluorada artificialmente.

· A US Food and Drug Admistration considera que o flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o consideram como um nutriente essencial nas dietas.